Um retrato da fragilidade da memória. A curta-metragem acompanha Lola enquanto recorda uma manhã da sua juventude com Aurora. Cada regresso à memória altera o momento. As repetições desgastam-no e transformam-no, até que, por fim, a mesma história é revelada através dos olhos de Aurora. Uma exploração da fragilidade da recordação e do peso emocional que ela transporta.